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O importante não é fazer coisas grandes. Mas ser grande nas coisas que se pode fazer.
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:: 30 de junho, 2004 ::
Conversando...
Nem sei como começo este post. São tantas coisas que passam em minha cabeça, acho que estou ficando vellha e saudosista demais. Eu e Tito Madi fomos a São Paulo gravar o programa do Amaury Junior. Voltando bastante no tempo, relembrando um papo que eu e Tito tivemos. Eu ainda peguei cachê para fazer televisão. Recebíamos em dinheiro, logo assim que acabávamos de cantar, ainda fiquei com uns cachês presos na extinta TV Tupi. Tito é de uma época, em que os cantores praticamente viviam de fazer televisão, ou eram contratados e ganhavam mensalmente, ou um cachê por programa. TODAS as tvs pagavam cachê. Hoje, dão a passagem ida e volta (quando dão), estadia quando se precisa ficar porque o horário ultrapassa o da ponte aérea e locomoção. Cachê nem pensar, e as vezes ainda é preciso que a gravadora pague pela aprensentação, inserção de comercial mesmo. Eu e Tito chegamos ao aeroporto e lá estava um amigo meu, empresário Ricardo Queiroz, que havia feito um show com o Hermeto Pascoal e o estava embarcando para Sampa também. Ricardo é filho de Sebastião Tapajós, e luta feito um leão pela música instrumental no Brasil. ![]() Hermeto é uma graça de pessoa, um gênio da nossa música, conversamos um pouquinho, abraços, beijos, e cada um foi para o seu avião. Chegamos em Sampa, o carro da produção estava a nossa espera. Fomos para o hotel, porque o programa do Amaury é gravado a noite no Bar Passatempo, da nossa querida Lilia Klabin. Chegamos ao hotel e qual a surpresa? Hotel Sofitel, chiquérrimo. O programa do Amaury é direcionado às classes A e B, então, um dos patrocinadores é o Hotel Sofitel, eles fazem permuta, trocam estadias para os artistas por comerciais no programa. Só a estadia com direito a café da manhã, o resto você paga tudo, se utilizar ou consumir! Vou colocando as fotos do quarto que fiquei e contando o que aconteceu.
Tito resolveu que queria comer, porque não tínhamos almoçado, saímos de casa eram 12:15, e chegamos no hotel as 15:30. Falei pro Tito que a produção do programa não pagava o almoço e que no hotel ia ser caro. Ele quis ir de qualquer jeito, pois perto do hotel não havia nenhum restaurante que pudéssemos ir sem pegar um taxi.
Primeiro porque era em francês e em inglês, e depois comecei a rir muito dos preços!!!! Uma sopa=20,00 Os pratos eram de 45 reais para cima, e só comida complicada. Falei pro Tito: - Ta vendo? Falei que era melhor a gente pedir um sanduiche no quarto, ia sair menos caro, uns 20 reais cada um... Ele retrucou dizendo que precisava de comida, um arrozinho, uma carne, uma batatinha. Comecei a brigar com ele, pois ele é diabético, e não deve comer nem arroz e nem batata, e já havia caído de boca no couvert, que tinha cada pãozinho delicioso.
- Esse cardápio podia ser mais simples não? O maitre riu até não poder mais, e disse que sim. Tito perguntou se não podiam fazer um filé, acompanhado de fritas e arroz, e o maitre respondeu que claro, e fez o pedido. Um simples filé com fritas e arroz demorou cerca de uma hora para ser servido. Ficamos comendo o tal couvert, eu tomando suco de laranja e Tito água mineral, que no hotel custava a bagatela de 3,00.
Era uma entrada. Façam ok com a mão! Fizeram? Pois eram 3 rodelinhas desse tamanho de uma carne, arrumadinhas como se ajeita uma canastra, com uma folhinha de sálvia para enfeitar. Uma delícia! Fiquei imaginando o preço daquele tico de carne e ria comigo mesma. Passou mais meia hora e veio o pedido afinal. Veio bem brasileiro, um bonito medalhão de filé, uma boa porção de arroz e fritas, em pratos individuais.
Voltando um pouco, eu se fosse aeromoça hoje, teria vergonha de servir o lanche do avião na Vasp. Aquele aparato todo, para servir um pacotinho de batata chip Fritty's de 24 gr, cópia descarada da Ruffle's, e refrigerante. Voltando. Tito pediu café, mas disse que se fôsse expresso ele não queria, aí o garçom arrumou um café comum para nós. Veio a conta. $ 118,00!!!! Tito riu, e perguntou ao maitre se já estava com os 10%, no que o maitre respondeu que não! Ou seja, saiu por $140,00. Fomos descansar, Tito foi reclamando, mas falei que havia avisado.
Tirei um cochilo de 18 as 19 horas, pois haviam ficado de nos buscar as 20:30 para irmos para a gravação. Levantei, fiquei na banheira um pouquinho pensando na vida, tomei uma chuveirada e fui me arrumar. Catei todos os mimos que haviam pela pia e guardei de lembrança, ou de vingança...risos. Me maquiei, me vesti e fiquei esperando o senhor que viria nos buscar. Daqui a pouco toca o telefone, e mandam avisar que iria demorar um pouco, pois houve um atraso na gravação, novidade! Tito havia chamado um amigo dele, de longa data, para ir a gravação também, e ele que é muito aflito, quis ir para o Passatempo com o amigo em vez de esperar a Van. Fomos. Claro que tomamos um chá de cadeira.
Ficamos batendo papo e assistindo a gravação, enquanto beliscávamos salgadinhos e canapés e bebericávamos alguma coisa. E se conversa, o programa rolando, e se come e se bebe e o tempo passa no Passatempo... E se bebe e se come e se conversa e o programa roalndo...risos. E nada!
Silvio Brito. Ele cantou, falou do livro e do DVD que está lançando, fiquei muito feliz por ele, pois ele é demais. Uma pessoa muito bacana. Veio falar comigo, pedi que tirasse uma foto comigo que já mandei para ele também, pois me pediu! Ele se sentou ao meu lado e me perguntou. - Claudia, você se lembra, de uma vez que fomos na casa do Fábio Júnior, e que ele havia nos convidade pra jantar, você chegou primeiro, e quando eu cheguei ele ficou bravo, foi pro quarto e nós viemos embora? Respondi pra ele que essas coisas eu apago da cabeça e não há Cristo que me faça lembrar!!!! Rimos um bocado, mas me lembrei de um carnaval que passei em Varginha a convite dele, e que foi tudo de bom!
Falou um pouco do tempo que ralou, das dificuldades, do regime forçado por ter feito 3 safenas e uma mamária por conta da gordura. Na saída (porque cantor em sucesso chega, grava e sai), parou, conversou conosco, beijou a mão do Tito, como um grande mestre dele, me deu um abraço gostoso, relembramos o tempo de sofrimento na RGE, e se foi com aquele sorrisão bonito e sendo muito gentil com todos. Taí um artista que me emociona muito ver o seu sucesso. Merecido pácas. E a gente lá esperando, bebendo refrigerante, comendo, só inchando. O mais interessante, é que a produção pediu uma lauda sobre nós, porque seria um bloco só conosco, ainda quando eu estava no aeroporto, um rapaz da produção me ligou e perguntou mais umas tantas coisas. Enfim.
Dusek para variar deu um show. Ele levou seu teclado, cantou um monte de coisas ótimas, contou piadas, um show-man de verdade. Cantou, cantou, cantou, falou, falou, falou, e nós lá...risos. Pra finalizar. Era para nós cantarmos uma música cada um, falarmos de nossos trabalhos, projetos, depois finalizarmos com uma música cantada por nós dois. O papo foi curto, cantamos só a música que era nós dois juntos e ponto final. Falar o quê? Eu já nem esquento mais, mas Tito saiu magoado, e com razão, não pelo Amaury, pois ele foi super gentil conosco e é grande fã de Tito, mas pela desorganização da produção. Afinal, além de Tito ser um grande nome da música brasileira, é um senhor no alto de seus 75 anos. Coisas que acontecem quando não se está na grande mídia.
:: 26 de junho, 2004 ::
Segunda semana.
![]() E acabou, que pena. Como é gostoso fazermos esse show, morrendo de saudades já! ![]() Nesse último dia da temporada no Vinícius, tive um fã pra lá de especial! Bruninho!!!! ![]() E fomos para última semana de Vinícius, domingo acabou essa gostosa brincadeira.
As pessoas queridas lá, Vanderley, Glauker, Amadeu, a nora do Paulinho, a irmã dela, o pai, enfim.... Foi bom demais! O bom desse show, é que a gente se diverte muito no palco, fico com saudades!
--------------------------------///---------------------------- Hoje tive que acordar cedo, pois tinha o Programa do Canázio, participo do debate pelo menos duas vezes por mês. A partir dessa semana, dia 30, minha amiga Rosa não poderá participar mais até depois das eleições, pois está concorrendo mais uma vez a vereadora por Irajá. Rosa sabe que tem o meu voto, e sempre que puder estarei com ela em sua campanha.
![]() Sábado a noite tivemos a grata surpresa da presença da nossa querida Dóris Monteiro, e de muitos brasileiros no show, porque as vezes a maioria é gringo. Quando tem mais brasileiros é uma delícia, porque juntos, fazemos uma viajem musical no tempo e todos cantam a matam saudades. Dóris deu uma canjinha pra gente cantando "Mocinho bonito" de Billy Blanco, um de seus grandes sucessos, e o povo ficou encantado com ela, e nós também. Pena que acaba hoje essa brincadeira, porque esse show é muito divertido, mas, outros virão se Deus assim permitir.
:: 24 de junho, 2004 ::
Segunda semana!
:: 23 de junho, 2004 ::
E se vai Leonel Brizola.
Um dos últimos políticos apaixonados pelo Brasil, e não pelo seu dinheiro. Nunca fui chegada à política, não entendo, e cada vez que entendo mais me enojo. Nunca fui fã de Brizola, porque nunca gostei da maneira que ele achincalhava seus adversários quando a coisa apertava na disputa por algum cargo, mas aplaudi de pé a idéia dos CIEPS, e fiquei muito frustrada quando percebi que a imbecilidade e vaidade de seus sucessores ao governo do Rio, não dariam continuidade ao que poderia ter sido a salvação de nossas crianças carentes, e que com certeza, a criminalidade não estaria no pé em que está. Criança na escola, não pensa em cheirar cola. Lembro do sofrimento de Brizola quando perdeu a sigla do PTB, da sua luta pelas diretas já! Na época das diretas, fui convidada, não me lembro mais por quem, a ir a Brasília, num grande comício que haveria na praça dos 3 poderes. Fui, Brizola foi no mesmo avião. Quando saímos do vôo, enquanto nos dirigíamos ao saguão, alguém me apresentou a ele, e entendi o porque do Brizolismo. Ele exalava carisma, sua aura era imensa. Me cumprimentou cavalheirescamente, olhos nos olhos, mãos nas mãos, e me agradeceu por estar lá lutando junto. Sei que ele nem sabia ao certo quem eu era, mas não deixei de ser importante para ele naquele momento, pois era uma formiguinha, fazendo parte de um formigueiro que trabalhava incessantemente para uma colônia maior, o Brasil. Chegou minha hora de cantar, éramos muitos em cima do palco montado, cantores, atores, militantes, uma gama imensa de políticos de todos os partidos e um mar de gente na praça dos 3 poderes, cantei de violão em punho 2 canções, e falei o que me vinha ao coração. Foi um dos momentos mais emocionantes da minha vida. O tempo passou, muito. Um belo dia, estou eu numa casa noturna recém inaugurada por Miele, dando uma canja, quando entra Brizola e uns amigos. Continuei cantando, e ele começou a me olhar. Acabei de cantar, ele aplaudiu muito, levantou aquela famosa mão direita, e com ela balançando no ar disse: -Moça, você tem uma bela voz, parabéns. Agradeci e falei ao microfone. - O senhor não se lembra de mim, mas eu me lembro do senhor, e ri! Todos riram. E continuei. -O senhor se lembra, daquela show que foi feito na praça dos 3 poderes, pelas diretas já? Pois é, eu estava lá e também cantei e participei daquele momento histórico. Da onde eu estava vi seus olhos brilharem, enquanto ele balançava vagarosamente a cabeça num "sim" comprido, com um sorriso grudado nos lábios. Acabei a canja e logo depois eles se levantaram para sair. Brizola veio até a mim, estendeu a mão, segurou a minha e disse. -Obrigado pela bela lembrança que você me trouxe agora, foi uma das grandes emoções em minha vida. Um belo momento, obrigado. E apertou minha mão com visível emoção. Seu olhar penetrante, sob aquelas sobrancelhas fartas, ficou marcado em minha alma, juntamente com seu carinhoso e agradecido aperto de mão, percebi a viajem no tempo feita por ele através de minhas palavras. Brizola amava o Brasil, viveu e lutou por ele até o fim. Espero que agora que ele partiu, mais que nunca, aqueles que amavam e admiravam Brizola, peguem e usem o que de melhor ele nos deixou, o respeito e o amor a nossa pátria.
:: 19 de junho, 2004 ::
Vinícius dia 18. 1º Semana
:: 17 de junho, 2004 ::
Estreiando hoje!!!!
:: 16 de junho, 2004 ::
Reportando ontem e hoje.
Ontem fui fazer o depoimento musical la no Sacrilégio. O papo foi muito gostoso, Marcello Lessa me acompanhou, tive a presença da Doris Monteiro, cantora querida, Dalmo Castelo, compositor e cantor, e acabei ficando no papo e música por duas horas! Hoje fui ao Programa do Jorge Perlingero fazer a gravação, mas o programa corre ao vivo, diretão e passa aos domingos na CNT acho que as 13 horas. E qual não foi a minha surpresa ao dar de cara com algumas pessoinhas que gosto muito. Uma foi meu ídolo Zico, uma simpatia, pessoa que gosto de graça, não só por ser flamenguista, mas pelo doce de pessoa que ele é e pelo exemplo que dá ao mundo de bom caratismo, profissionalismo e humildade dentro de sua grandeza. ![]() Outra surpresa deliciosa, Zeca Pagodinho, outro cara gente fina, sangue bom, ótimo artista, e claro, bom bebedor. ![]() E esse mundo é muito pequeno mesmo. Conversando com Zico, ele me disse que foi meu tio, Mário Telles, quem o apresentou ao cara que o levou para o Flamengo!!! ô sorte. Ainda tinha lá a Lady Francisco, Péricles do Exalta Samba, Vaguinho, o pessoal do Trio Nordestino cantando um forró pra lá de especial. Pena que pela correria não deu para tirar fotos com todos para trazer para vocês, mas não há de faltar oportunidade.
:: 14 de junho, 2004 ::
Essa semana.
Essa semana estreio no Vinícius Bar ao lado de Paulinho Tapajós. De quinta a domingo, duas semanas. Cantando aquelas canções que nos fazem voltar no tempo e relembrar um monte de coisas boas. Coisas de bossa como Samba de uma nota só, Corcovado, Esse teu olhar, Você eu , e coisas do Paulinho como Luciana, Sapato Velho, Aguapé. É sempre gostoso fazer esse show com ele. No violão e vocais teremos como sempre Marcello Lessa e na bateria dessa vez teremos Cesar Machado. Quarta-feira estarei gravando o programa do JOrge Perlingeiro, e creio que deva passar no próximo domingo. Nesta terça-feira estaremos no Bar Sacrilégio no centro da cidade, fazendo um show-depoimento as 19 horas. Terminamos o cd do Gabriel Guerra, estamos na fase da masterização, e logo volto ao estúdio pra dar seguimento ao cd com as composições de meu pai Candinho e ao meu cd. Acho que é isso!
:: 10 de junho, 2004 ::
...
Enfim descansa nossa Rosinha de Valença. Perdemos Ray Charles.
:: 07 de junho, 2004 ::
O show.
Passei um aperto danada. Gente, como Padre Miguel é longe daqui. Quando cheguei ao MacDonald's, descobri que ele estava fechado, tinha acabado e eu não sabia, Marcello chegou logo depois e partimos para Padre Miguel. Depois de encarar uma meia hora de Avenida Brasil, começamos a perguntar para descobrir aonde era o tal "Ponto Chic", eu conhecia de nome, mas não tinha idéia de onde ficava. Passamos em frente ao Estádio de Moça Bonita, e uns duzentos metros depois era o local do show. Era para chegarmos as 18:00, chegamos meia hora depois. Começou a aflição, Chacal não chegava e nós não conseguíamos falar com ele pelo celular. O pessoal da produção antecipou o conjunto que iria tocar para o povo dançar depois show, enquanto esperávamos Chacal chegar. Ele chegou as 19:30, meu coração já estava na boca, pois o contrato da prefeitura exigia que eu me apresentasse com dois músicos, e com um só não poderia acontecer o show. Bom, tudo arrumado, fiz o show, e foi bom demais. Vou ser redundante e repetitiva, como o povo gosta de boa música! O que mais ouvi foi: Nossa, que voz linda! A rua onde foi montado o show, pelo que pude perceber, é uma festa fim de semana a noite. Som de funck alto, barraquinhas e o povo fazendo footing pra lá e pra cá, seja de carro, moto ou a pé. Pensei comigo,"Meu Deus, como vou cantar bossa nova com esse baticum no meu ouvido?". Para minha sorte o rapaz do show acertou o som bem gostoso, e estava fácil cantar e ser ouvida. O pessoal cantou muito o show inteiro, e fiquei muito feliz quando passou um rapaz de moto com o som alto e o povo reclamou com ele! Bom sinal!
Eu e Ingrid trocamos fotos e informações sobre o Canázio.
Eu já havia feito côro em um samba-enrêdo seu , junto com Analimar, filha do Martinho da Vila. Quase não falo disso, nem sei porque, mas tenho uma amizade grande com o pessoal do samba, adoro. São sempre pessoas alegres, cheias de energia, risada franca, piadas novas e sempre dispostos a uma boa cerveja gelada como eu. Um dia ainda vou me dar o prazer de gravar um CD só de sambas que eu gosto, e compositores maravilhosos que conheço no meio do samba.
Em tempo: Bem do lado do meu carro, onde eu estava aguardando para fazer o show, tinha uma barraca de cachorro-quente onde se lia: X-TUDO DO MACRONALD O cheirinho ia lá dentro do nariz que nem desenho animado. Fiquei doida para provar, mas não tinha banheiro por perto e não quis me arriscar. Preferi dividir um pastel de queijo com a Magnólia, mas Amadeu que é muito do comilão, sumiu no meio do show e foi lá comer o tal X-tudo, resultado, acordou com dor de barriga hoje!
:: 04 de junho, 2004 ::
Show na praça!
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