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O importante não é fazer coisas grandes. Mas ser grande nas coisas que se pode fazer.
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:: 30 de maio, 2004 ::
Show na Estácio de Sá.
Entre mortos e feridos salvaram-se todos. Eu tive apenas um dia de ensaio para memorizar 2 arranjos meio complicados para cantar com a orquestra, na verdade 2 horas de ensaio. Na verdade, até a hora do show, eu não sabia bem o que ia acontecer no palco. Não sabia roteiro, não sabia como ia começar e nem como ia acabar, só sabia que ia cantar. Miele me chamou para entrar, fiquei na cochia esperando ele me apresentar, só que ele não me avisou que iria contar um monte de piadas! Fiquei em pé atrás da cortina, rindo pacas um bom tempo.
A casa de cultura estava lotada, um público delicioso, riram muito com as histórias desse nosso mestre de cerimônias, como ele se intitula, tão especial. Passamos o que iríamos cantar juntos um pouco antes do show, acertamos alguns detalhes, que ele acabou esquecendo na hora, mas eu não, graças a Deus. ![]()
Entreguei a Deus. Mas acabou ficando muito bonito e dando tudo certo.
A Cris Moura trabalha na casa de cultura, e também é fotógrafa. Uma amiga querida demais e que estava responsável pelos shows comemorativos pelos 6 anos da casa. Ela já tirou fotos minhas maravilhosas, e sempre digo a ela, que é a única que me faz ficar linda em fotos. Magnólia trabalha conosco, e faz as vezes que Vanderley não pode comparecer. Adoro trabalhar com ela, sempre atenta a tudo. Esse amigo segurança lá da Estácio, que eu indelicadamente esqueci de perguntar o nome, foi o responsável por estarmos vendo essas fotos, pois minhas pilhas "miaram" quando cheguei lá e ele prontamente nos arranjou pilhas novinhas.
Amigos queridos apareceram lá. Roberto e Inez e Ana e Solange, ex-donas de um restaurante maravilhoso, que postei aqui já, quando tive oportunidade de cantar lá, Vila Mortadela. Era em Santo André, São Paulo, uma casa linda de viver! E o nosso fotógrafo, agora oficial, webmaster, secretário, sócio e para tudo que for preciso, meio braço direito Amadeu.
No fim um bom papo, uma cervejinha, e um gostinho de quero mais.
:: 26 de maio, 2004 ::
Sábado 29 de maio.
:: 24 de maio, 2004 ::
Rosa Fernandes
Pra variar, tocamos um rebú danado, porque sábado é dia de descanso para a cabeça. De noitinha fomos para a casa dela, lá em Irajá, era seu aniversário. Rosa vem trazendo um projeto muito gostoso, com o apoio da prefeitura do Rio, que é "Música na praça". Além dela reformar as praças, traz eventos de ginástica para a terceira idade, encontros, feirinhas, música para dançar e shows. As praças sempre foram o "must" de qualquer cidade, ponto de encontro e de paquera, local de lazer da família, área de descanso e energização. Com o tempo e o descaso das prefeituras, foram se tornando lugares abandonados e perigosos. Rosa foi a vereadora mais votada do Brasil. Vereadora por seu bairro, Irajá, e ela o traz como o jardim de sua casa, se preocupando com os mínimos detalhes. O pai de Rosa, Pedro Fernandes, está acabando o seu décimo mandato consecutivo como deputado estadual, 80 anos de idade, 40 anos na política. Seu filho, Pedrinho, hoje é prefeitinho por Irajá, e assim eles vão seguindo cuidando do seu povo. Voltando a festa. A noite estava agradável, pessoas queridas, e Rosa dessa vez fez o show na praça em frente a sua casa. Que emoção, Orquestra Tabajara, Severino Araújo do alto de seus 80 anos, regendo com toda sua maestria. Casais dançando, crianças brincando, quem não dançava assistia extasiado o desfile de belas canções. Bem que poderia voltar o tempo dos grandes bailes, como faz falta. Espero que isso se espalhe pelo Rio. Não são mega-shows, tipos os que tem na praia e que se destinam para poucos artistas. São shows pequenos, mas de um tamanho imenso quando se fala em matar saudades, ensinar a boa música, e mostrar ao público, artistas que eles tem saudade de ver e ouvir. Valeu Rosa, estar em sua casa com pessoas tão queridas, comer aqueles crepes, com um boa cerveja gelada e ao som da Orquestra Tabajaras, não tem credicard que pague!
:: 21 de maio, 2004 ::
E deu no Globo de hoje!
Marisa Monte criou, há três anos, o selo Phonomotor para lançar, em parceria com a sua gravadora, EMI, discos como “Tudo azul”, da Velha Guarda da Portela, e “Tribalistas”. Fernanda Abreu rescindiu contrato de exclusividade com a mesma EMI, montou estúdio e lançará seu próximo CD pelo Garota Sangue Bom, com distribuição e marketing garantidos pela antiga companhia. Maria Bethânia, Zélia Duncan, Milton Nascimento, Moska, Arnaldo Antunes, entre outros artistas, também montaram seus selos. E, na terça-feira, mais um ídolo da MPB, Djavan, anunciou o seu desligamento da Sony Music, depois de 22 anos, para criar sua própria gravadora, Luanda Records, que cuidará, inclusive, das áreas de marketing, promoção, venda e distribuição em todo o país. Depois de enxugar seus elencos e de estabelecer parcerias com canais como o Multishow e a MTV, as gravadoras investem em acordos para que cada vez mais se afastem da produção, limitando-se à parte comercial. Generosidade das companhias, que agora dão liberdade aos artistas e, principalmente, o direito sobre à própria obra? Não, o problema é que, com a crise do mercado fonográfico, as gravadoras não querem mais arcar com os custos das diversas etapas de produção de um CD. O que eles não dizem, são os gastos desnecessários e astronômicos que são despendidos com gravações pelo mundo e o pagamento altíssimo da mídia e promoções! Quando o disco pega o trabalho deles foi bom, se não dá certo foi culpa do artista! Riscos passam a ser divididos E os artistas, como ficam nessa história? Em princípio, bem, obrigado. Investem o que ganharam com a rescisão de seus discos, passam a ser felizes proprietários da música que fazem e continuam ligados às antigas gravadoras, mas sem interferências em sua arte. Enfim, a liberdade. Nem tanto ao céu, nem tanto ao mar. Apesar de, aparentemente, todos estarem satisfeitos, a verdade é que os artistas assumirão riscos maiores e as gravadoras, que sempre distribuíram apenas o que lhes interessava, continuarão com a faca, cada vez mais afiada, e o queijo na mão. Moska, que no fim do ano passado lançou “Tudo novo de novo”, sua primeira parceria com a ex-gravadora, EMI, depois do divórcio amigável, acredita que esta é uma oportunidade para ambas as partes repensarem o que deu certo e as crises de um casamento que há tempos se arrastava: — O mundo caminha para esse tipo de relação. Não sei onde isso vai dar, mas, por enquanto, estou feliz. Não mudou muita coisa, objetivamente, mas tenho a sensação de ser dono da decisão. Ganhei em patrimônio, não em dinheiro. Arnaldo Antunes, assim como Moska, ainda tinha, por contrato, um disco para a BMG. Depois de conversar com os diretores da gravadora, antecipou o fim do compromisso e lançou “Saiba”, pelo selo Rosa Celeste: — É bom para o artista, que passa a ser dono de sua obra e para a gravadora, que divide custos e riscos. Há mais de 20 anos na EMI, Fernanda Abreu diz que sempre teve autonomia em seu trabalho, mas a vontade de ter seu próprio estúdio falou mais alto na hora de discutir os rumos de sua carreira. O primeiro fruto de sua independência é o CD “Na paz”, que chega às lojas no mês que vem: — De seis anos para cá, mudou rapidamente a situação da indústria. A internet e a possibilidade de baixar músicas, obrigam as gravadoras a terem outra visão — explica. Os produtores também estão revendo a relação com a indústria. José Milton, por exemplo, juntou-se a Nana Caymmi no recente CD “Para Caymmi de Nana, Dori e Danilo”. Pagou do próprio bolso os custos de produção e, com seis faixas prontas, bateu na porta da Warner, que comprou a idéia: — Cobriram os meus gastos e negociei as percentagens. Acreditava que o disco seria um sucesso, o que se concretizou, mas o risco era todo meu. Antes eu apresentava os projetos e as gravadoras bancavam ou não — lembra. Diretor de marketing da Warner, Marcelo Maia, confirma e diz que a tendência é mesmo trabalhar projeto a projeto: — É positivo para o mercado e para os artistas, que vão ter que aprender como as coisas funcionam além do estúdio. Artista da Universal, Zélia Duncan teve que abrir o selo Duncan Discos para lançar “Eu me transformo em outras”: — Tenho contrato com a gravadora mas queria fazer esse disco. Como a Universal não se interessou, chegamos a um acordo: arquei com a produção e eles cuidam da parte comercial. Abrir o meu selo não é ir contra a gravadora, mas ao meu favor. É bom olhar para o canto da sala e ver as minhas fitas. — Zélia queria fazer o disco logo e achamos a idéia excelente. Artistas terem seus selos faz parte desse mercado em transição, precisamos ter mente aberta para novas formas de negócio. Seria pouco inteligente ficar preso às tradições — diz José Éboli, diretor geral da Universal brasileira. Pois é, agora a Zélia não fica obrigada a vender 180.000 cds sob ameaça de ser expulsa da gravadora. Agora as gravadoras não se vêem mais obrigadas a investir em seus artistas, se estourar melhor pra elas! Resta saber se o preço dos cds vai cair, ou se vão arrumar mais uma desculpa para manter os preços lá em cima. Resta saber, se mesmo a gravadora não gostando do repertório que o artista escolheu, ela vai lançar o cd, ou distribuir, mesmo ele, artista, tendo arcado com as despesas de gravação. Resta saber, se elas vão distribuir só nas lojas, ou vão mandar para as rádios também! Já estou indo pro terceiro cd assim; o empresário banca, a gravadora apenas distribui, os músicos ajudam porque a gente não tem grana, e a gente arca com divulgação, cds pras rádios no Brasil, envio e etc... Resta saber aonde isso vai chegar, pois as casas de show estão cobrando praticamente 50% do COUVERT ARTÍSTICO, que seria, e era do artista, agora vai não sei quanto pro ecad, não sei quanto pro divulgador da casa, não sei quanto pra pessoa que fecha os shows da casa...Isso quando a gente não tem que pagar uma caução, ou seja, uma pré-lotação da casa, normalmente 40%, caso o show não tenha um bom público a casa nada perde. Resta saber, quando as passagens aéreas vão abaixar de preço para que o Brasil conheça o Brasil. Já estamos pagando pra cantar? Praticamente... São tantas as coisas que nos resta saber!
:: 20 de maio, 2004 ::
O metrô.
Moro perto do metrô da Figueiredo Magalhães. Quando começaram as obras foi um transtorno. Barulho infernal, desapropriaram o colégio do meu filho mais novo, saiu da escola na sexta e na segunda o colégio já estava metade demolido arbitrariamente, e faltavam 5 meses pra acabar o ano letivo. Houve uma invasão de baratas e ratos nessa área, aliás, nunca pensei que houvesse tanta barata debaixo do asfalto. Aqui em casa se matava uma média de 10 cascudas por dia, e meus porteiros a noite quase jogavam futebol de goleada acertando os ratos pra fora da garagem. Tiraram o batalhão da polícia, que foi levado pra perto do túnel velho, o posto de saúde foi para praça dos paraíbas e toca a fazer buraco. Finalizada a obra da estação, foi inaugurada depois de brigas entre Rosinha e Benedita. Fizeram paredes imensas desenhadas em azulejo com a orla de Copacabana, e numa outra parede um navio negreiro com uma letra de Chico Buarque. Um dia eu parei na frente desse painel e comecei a ler...na primeira frase, engasguei! ERRARAM A LETRA DO SAMBA DO CHICO!!!!!!! Falei com um carinha do metro algumas vezes, explicando que aquilo era um mico tamanho família! Que era fácil consertar, só trocar um azulejo! Mas até agora nada. Então resolvi postar aqui e vou mandar a foto pro Globo.
Vem que passa
Esperança caro(a) artista plástico(a), sempre deu, dá e dará samba, só não dá métrica nessa frase musical!
Lu, eu mato a cobra e mostro o bolo! Alceu mandou a foto!
:: 17 de maio, 2004 ::
O show!
Gente que coisa maravilhosa. A praça de eventos lotada, o público especialmente musical, cantando o show inteiro, apareceram amigos de lugares completamente diferentes.
Pra completar nossos amigos Marcelo Rocha do Arte musical e o Samuel Andrade do Imprensa marrom foram nos prestigiar mais uma vez!
Esse foi o repertório, acho que não esqueci nenhuma.
Obrigada Nélia por essa oportunidade tão linda de cantar e estar entre pessoas tão especiais para mim.
:: 15 de maio, 2004 ::
Nesse domingo, Carioca Shopping.
Um errinho que deu preguiça de consertar. Não é na praça de alimentação, é na praça de eventos, no 1º piso! Espero vocês lá.
:: 12 de maio, 2004 ::
Mais fotos!
Essa semana que me mandaram mais fotos do almoço, quero dizer, mais duas fotos! Estava tudo muito gostoso, povo animado, tive consulta, pena que só não pude tomar cerveja porque tinha show mais tarde! Fiquei com água na boca, estava geladinha. Mas comi o suficiente pra não deixar a calça do show apertar...mais! risos A turma toda! ![]()
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Então aqui vai...e Alceu, toda felicidade do mundo pra você. Poder te cantar parabéns hoje cedinho, com direito a bolo, vela de isqueiro e café quentinho, foi um presente para mim! Alceu, é essa peça mais branquinha e de camisa azul clara na foto!!!!
Gente, eu estava me sentindo uma anã ali no meio! Bianca, você precisava ser tão alta? Passou na fila de tamanho quantas vezes criatura? ![]()
:: 09 de maio, 2004 ::
Dia das mães.
Faz tempo que não curto mais dia das mães, por razões bem óbvias. Mesmo depois de ter meus filhos, ficou meio sem graça, pois sempre passei na casa dos outros, com a mãe dos outros, então ficou meio sem sentido.
Logo depois de minha primeira comunhão, minha mãe partiu em tourné pela europa, e numa das cartas que me enviou, falava que ainda sentia em seu coração a sensação da "nossa primeira comunhão", pois ela havia comungado naquele dia. Dizia que foi um momento muito especial para ela, que eu mandasse beijos a Madre Brígida, que era muito querida de todos nós, e era professora em meu colégio. Falava do sucesso dos shows, e que nunca tinha visto sucesso igual no Brasil. Falava da saudade de todos, descrevia os presentes que iria trazer para mim, e dos cachorros-quente que iríamos comer quando ela voltasse... Ela voltou, fui buscá-la no aeroporto, creio que foi numa terça ou quarta feira, na sexta ela foi viajar com o namorado, e partiu de novo, mas dessa vez sem volta...
Sempre os chamei de mãe e pai, por causa de meus tios. Quando as duas estavam juntas, chamava minha vó de mãe e minha mãe de mamãe Sylvia. E assim resolvia o problema da dualidade maternal. Vó Maria era uma exímia cozinheira, bordava muito bem, tocava lindamente acordeon, costurava, ou seja, nossos dons artísticos vieram dela. Francesa, chique até, nos ensinava como se comportar à mesa, tudo lá em casa andava sempre nos trinks, era uma dona de casa perfeita. Certa feita apareceu um câncer no seio, que foi operado. Muitos tratamentos, sofrimento para todos nós e doença meio que controlada, depois de aplicações de cobalto e remédios alemães. Com a morte de mamãe, a doença voltou implacável, e a levou de nós em 70.
Vó Carmella sempre foi independente, dirigia, e tinha um prazer imenso em sair com os netos, eu e Luiz Otávio, filho de Tereza, irmã de meu pai. Depois nasceu Alberto meu irmão por parte de pai, e ela foi mãezona pra ele até o fim. Pessoa tranqüila, sempre tinha um colo, uma palavra amiga, e podendo socorria a todos nós. Morreu com 92 anos, faz uns 4 anos. Ainda saíamos pra tomar um chopinho, e falar sobre tudo um pouco. Nunca parou no tempo, e estava sempre atenta. Que saudade de nossos papos. Passei a ter mais convivência com ela depois que meus avós maternos morreram, meu avô se foi em 73, 3 anos depois de vó Maria, pois eles morriam de ciúmes e tinham medo de me perder. Habituei meus filhos a irem lá,e eles adoravam, pois ela sempre tinha uma sacola cheia de quinquilharias que ela deixava que esparramassem pela sala, sem se preocupar com bagunça. Na verdade ela adorava isso. Sempre um biscoitinho, frutas, bolo... Até hoje quando alguém frita batata com óleo Mazola, me lembro dela, pelo cheiro e pelo sabor. Era a primeira coisa que ela fazia para mim quando eu chegava lá, batata frita e bife,e as tardes fazíamos suspiro.
Hoje entendo um monte de coisas que os pais fazem, e que quando novos, achamos ser pura implicância. Percebo como é difícil encaminhar um filho, educar, ser exemplo sempre, superar os problemas de cada um. Perceber suas diferenças e sensibilidades. Cada filho é diferente do outro não tem jeito, uns mais fáceis outros mais complicados. E creio que a tarefa mais difícil de uma mãe é descobrir o tempo certo de cada um. É uma tarefa e tanto! Enfim, quero desejar um feliz dia das mães a todas, e aos filhos que entram aqui, que percebam suas mães como um ser humano, com erros e acertos, com garra e com desânimo, com paciência ou irritados, mas que acima de tudo, dão a vida por suas crias.
:: 08 de maio, 2004 ::
Zizi Possi.
Show de voz e piano. Que voz, e que pianista, JETHER GAROTI JUNIOR. Gosto da forma que Zizi traz as canções para si sem desvirtuá-las, elas ficam com a cara de Zizi, e lindas. O bom gosto na escolha de repertório é outra marca sua, mistura compositores e estilos com uma naturalidade que tudo passa a caber e combinar. Uma canja especial em seu show, Edu Lobo. Na platéia, seus dois filhos, Bernardo e Marianna Lobo. Ver Edu e Zizi cantando juntos foi especial, duas gerações distintas, mas com um respeito imenso à boa música. Zizi dessa vez se rendeu ao carinho dos fans, principalmente Vanderley e Magnólia, que trabalha conosco também, quando não tem show da Zizi lógico, e incluiu nesse show grandes sucessos da década de 80, o que foi um deleite para todos que estavam lá. Muito bom escutar e ver coisa boa!
:: 04 de maio, 2004 ::
Surpresa boa
Obrigada, Mauro. Um beijo prá você. E quem quiser ler mais sobre a Sylvinha, pode entrar no Revisita da MPB, que esta semana está com um texto do Menescal onde ele fala dela. Três dicas prá quem quiser adquirir o CD:
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