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O importante não é fazer coisas grandes. Mas ser grande nas coisas que se pode fazer.
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:: 28 de fevereiro, 2003 ::
Pedindo!
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Roga por nós cariocas, Tento entendender,as imagens na tv, Maria mãe de amor, Que Ele devolva a cidade, "Rio de Janeiro, gosto de você, Dançador. Ontem eu sonhei
Hoje eu sonhei, que o Rio saiu dançando amor. E eu também, virei ali um dançador.
:: 27 de fevereiro, 2003 ::
Maria Creuza
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Essa foto é uma continuação do "Bar de melodias", do AP SHOW de Aerton.
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A coisa de um ano, encontrei Dudu no navio onde eu estava fazendo show, o Splendor of the seas, ele havia acabado sua temporada lá, e eu estava entrando. Relembramos os bons tempos, ele estava gordinho e grisalho, tirou algumas fotos do meu show, pedi que me mandasse por mail, mas acho que esqueceu.Fico triste, pois nem sempre quem está comigo lembra de fotografar alguns momentos importantes, e os acabo perdendo na memória. Por isso fotografar pra mim é essencial demais.
:: 26 de fevereiro, 2003 ::
Coisa boa!
![]() Hoje tive tempo de passear por alguns blogs amigos, que me visitam aqui de vez em quando!
Dom de artista, seja em que área for é maravilhoso. Adorei a forma como ele retratou o nosso Iosif Landau, poeta maravilhoso. Parabéns Johnny, pelo seu trabalho.
:: 23 de fevereiro, 2003 ::
Bar de melodias.
![]() O programa do Aerton era divido em vários quadros. Um deles era o "Bar de melodias", onde cantávamos ao vivo, e era um grande encontro de amigos. Na foto acima estou com Jorginho do Império, filho de Mano Décio da viola. Eu e Jorginho éramos colegas de CBS, e conheci atravéz dele Mano Décio, uma figura. Tinha pinta de bicheiro, e usava dois anelões de búzios imensos, um em cada mão, cordão grosso no pescoço, chapeuzinho, uma graça. Gostava muito de mim, uma vez me presenteou com um búzio grande, que nem os dos seus anéis, mais parecia um casco de tartaruga marron com pintas brancas, lindo lindo! Faz muito tempo que não vejo Jorginho, estávamos sempre juntos trabalhando disco nas rádios. Hoje, só tenho notícias dele por essa época de carnaval, por causa dos sambas enredo. Uma tristeza que trago em mim, sei que não é culpa de ninguém na verdade, mas sinto falta de estar com essas pessoas que me cativaram ao longo desse caminho. Com as mudanças nas gravadoras, vamos perdendo o contato com os colegas queridos, e ficamos sem notícias. Outro grande compositor , sambista que era colega dea CBS, Aloysio Machado. Agora lembrei de outra pessoa querida, Aroldo Santos, que fez sucesso com Batida de limão... Eu e Aroldo fizemos uma amizade bacana, apesar de sermos de gravadoras diferentes, ele era da Tape Car ou Copacabana, não me lembro bem. Mas lembro que à cada disco que lançava, vinha aqui em casa trazer um pra mim, autografado com todo carinho. Detalhe importante.
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:: 22 de fevereiro, 2003 ::
Aerton Perlingeiro
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Expliquei pro Aerton o que havia acontecido, ele prontamente adiantou minha entrada no programa para que eu pudesse sair logo. Quando olho essa foto, vejo como a gente muda com o tempo. Hoje não vou mais a enterros de preto, até porque, a tristeza e saudade estão no coração. Morte já é uma coisa escura para nós, para que escurece-la ainda mais? Agora vou de roupas bem claras, para ajudar a clarear o caminho daqueles que estão de partida, partida para o regresso ao verdadeiro lar. Aerton também já não está entre nós. A primeira vez que fiz seu programa, foi junto com minha mãe, e me lembro bem até hoje. Eu fiquei numa mesinha separada, pequena, com uma outra criança, que não me lembro quem é. Lembro de ter visto o Jerry Adriani, ainda cantando com o violão em punho canções italianas, e ganhei do Aerton uma saia tipo Kilty, linda, mas a tal saia pinicava tanto que nunca consegui usá-la. Vi a decadência do Aerton, foi triste. Um homem que lutou e deu oportunidade a vida inteira para a música e para o teatro, se ver sozinho e sem espaço para trabalhar do jeito que ele ficou é muito triste. Sempre que ele me chamava atendia prontamente. Aerton tinha uma bronquite muito forte, e por conta dela, usava cortisona direto, e isso foi minando sua saúde de uma forma irreversível. Vou colocar momentos aqui, que passei no "Almoço com as estrelas", para que possamos ver juntos, as personalidades que todo os sábados Aerton levava em seu programa.
:: 21 de fevereiro, 2003 ::
Alan Gouveia
Alan foi uma pessoinha muito legal que conheci na net. Começamos a conversar já tem quase 3 anos e ficamos amigos. Não o conheço pessoalmente, pois as vezes que fui a Sampa eu estava corrida e ele também. Hoje em dia quase não nos esbarramos mais por aqui, mas ficou um carinho gostoso, e ontem recebi um e-mail dele, avisando que estava lançando o seu trabalho em um site na net, e me perguntando o que eu achava, chic né? Então, é com muita alegria que mostro pra vocês aqui, um amigo querido, fotógrafo maravilhoso, e uma pessoinha muito legal, ALAN GOUVEIA! Alan, toda a sorte do mundo pra você!
:: 20 de fevereiro, 2003 ::
AP SHOW.
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A comida era de verdade, e os premios também. Ganhei muitos óculos, relógios, jogos de chá, sempre vinha com uma lembrança de lá e pasmem, recebia cachê!!! O programa era feito aqui na Urca, na extinta TV Tupi, e o fotógrafo que estava sempre de plantão lá, era o Elenísio, que desde aquela época, me manda cartão de natal que monta com seus fotografados, e nisso lá se vão 27 anos. Esse dia em especial, foi muito divertido. Na foto, Emílio Santiago e Dom Beto, duas pessoas queridíssimas. Não me lembro com que música Emílio estava estourado, mas Dom Beto estava arrebentando com " Pensando nela". No meu terceiro lp, gravei uma música dele, de parceria com sua esposa na época Reina, e sua irmã Brena, balanço gostoso, bom demais! Um momento qualquer Eu quero viver a vida Nos vocais junto comigo pessoas ilustres, como Jane Duboc, os meninos do Roupa Nova , que eram OS FANKS, Guilherme Arantes, entre outros amigos especiais.
:: 19 de fevereiro, 2003 ::
Carnaval
![]() E está chegando mais um carnaval. Já gostei muito disso, mas hoje não curto muito mais não. Ano passado fui ao sambódromo a convite de meu cumpadre, Genilson Gonzaga, diretor do Jornal do Commércio. Foi um espetáculo lindo, ficamos em uma frisa, colada a avenida, bem em frente as cabines dos jurados, local privilegiado!. Vi muitos amigos passando, muitos me viram e acenaram, foi muito bom, mas não tenho muito ânimo de ir novamente. Em 98, saí na Tradição, uma ala só de cantores e compositores. Foi uma iniciação péssima ao carnaval de avenida. Eram muitos cantores, foi a última ala, a escola atrasou, resultado, tivemos que sair correndo, nem deu pra curtir. E pra piorar a situação, entraram uns globais iniciantes, que queriam porque queriam aparacer na tv, e saíam empurrando quem realmente fazia parte da ala, enfim..risos. Peguei Dominguinhos pelo braço e nos divertimos. Fomos à quadra ver os carros e o trabalho por lá, aprendi o samba direitinho, que não ia pagar o mico de desfilar na escola e ficar mascando chiclete né? Subir no carro já foi uma graça, depois que sobe, nem pensar em descer, xixi então, sem chances! Depois, pra descer lá na apoteose foi uma piada. Me senti a própria indiana Jones. O carro eram girassóis imensos, e me despenquei de lá entre miolos e folhagens. Andar em cima do carro alegórico foi muito gostoso. Dancei e cantei pacas. Ver a reação do público quando ele te ve ali, ver os amigos nos camarotes, pertinho, quase dando pra esticar o braço e dar a mão, foi muito bom. Mas continuo achando um programinha de índio! Pra chegar lá tem que ser de metro, carro não passa.Depois, se anda pacas pra chegar na concentração da escola, com horas de antecedência. Sentar é complicado, se bebe muita cerveja, mas banheiro que é bom é uma dificuldade. Quando a escola anterior a qual você está , entra na avenida, a próxima , que no caso é a sua, já vai pra concentração, todo mundo em seus postos, ou seja, 1 hora esperando pra entrar e o samba comendo...risos Quando finalmente você passa na avenida é um pisc***, piscou já foi! Mas na verdade, vale a pena, é um espetáculo inesquecível, e precisa ser vivido pelo menos uma vez na vida. No mais, estarei por aqui assistindo de camarote, cerveja gelada, banheiro limpinho e pertinho, deitadinha em minha cama.
:: 17 de fevereiro, 2003 ::
Tarde de autógrafos.
![]() Quando comecei a cantar sozinha, era comun, e fazia parte do trabalho de um disco, as tardes de autógrafo. Nesse dia por exemplo, eu era da CBS, Ruy Maurity e a Marília Barbosa eram da Som Livre. Mas nós 3 estávamos estourados nas paradas de sucesso, éramos amigos, divulgadores amigos. Eu estourada com "Fim de tarde", Marília com "Caso você case" e o Ruy com "Nem ouro nem prata". Foi uma tarde gostosa, o cabeludão fumando lá atrás, éra o dono da loja, nem sei se ainda existe, mas ele estava feliz da vida. Comprou rosas para que nós déssemos para as fãs, e ria de orelha a orelha, os compactos saíam que nem água. Todo mundo amigo, todo mundo junto, sempre se encontrando, trabalhando, divulgando. Não me lembro que rádio que era essa que estava também participando do evento transmitindo ao vivo.
:: 15 de fevereiro, 2003 ::
Bolinha Cury
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Na foto, eu, Raimundo José, Sidney Magal e Marcelo Costa. Foi uma época muito gostosa. Sempre nos encontrávamos nos programas de tv, sempre os mesmos, pois os sucessos eram mais demorados, e ficávamos muito tempo nas paradas de sucesso. Era uma festa! Adorava fazer programa de tv, não pelo programa em si, mas sim porque eu sabia da diversão que seria ao encontrar meus amigos, e o tanto que eu iria rir. Raimundo José é um cantor de São Paulo, o encontrei faz um ano, quando fui gravar o programa do Elymar Santos. Cantor de voz muito boa, sambista, e dono de um bom humor invejável. Fomos colegas de gravadora, CBS na época. Raimundo era uma pessoa ótima! Engraçado, sempre de bom humor, piadista até, sempre tinha uma fresquinha pra nos contar, eu me acabava de rir com ele, e elejá sabendo do meu riso frouxo, já ficava do meu lado me fazendo rir o tempo todo. Magal vocês já conhecem, começamos quase juntos. Tenho um ano a mais de carreira que ele. Sempre fazíamos programas juntos, e acabávamos saindo juntos aqui do Rio, pois a maioria dos programas eram em São Paulo, e nos tornamos grandes amigos. Magal também é uma pessoa bem-humorada, brincalhão , riso fácil. Conheci D. Sônia, mãe de Magal, que também era cantora. Eu e Magal chegamos a sair várias vezes juntos, quando o tempo permitia. Ele tinha um fusquinha, e eu sempre me perguntava como podia um homem daquele tamanho caber dentro de um fusca! Mas com o tempo , os compromissos apertando, Magal passou a ter um programa de tv em Sampa, fomos nos afastando, por pura falta de tempo mesmo,mas continua sendo um amigo muito querido pra mim. Marcelo Costa também foi meu colega de CBS, também era muito engraçado. Naquele tempo, saímos todos juntos para fazer divulgação, não havia essa separação que há hoje, de gêneros, todo mundo conhecia e convivia com todo mundo. Marcelo sempre gravou sertanejo, e me lembro bem quando ele começou na gravadora. Tímido pacas, ria de tudo, e estava com erisipela numa das pernas, fato que até hoje quando o encontro encarno nele. A pouco tempo o encontrei no aeroporto em São Paulo, quando eu voltava da gravação do programa Raul Gil, e é claro que falei da perna né? Ele pra mim: - Menina, você não esqueceu disso né? -Como eu vou esquecer Marcelo, nunca havia visto aquilo na minha vida, a primeira visão de uma erisipela a gente nunca esquece!!! Pra variar, rimos muito! Trocamos beijos , abraços e um até um dia...
:: 14 de fevereiro, 2003 ::
Show da Kay.
Ontem tive uma noite agradabilíssima, e por sinal necessária depois da apurrinhação com meu carro.
:: 13 de fevereiro, 2003 ::
Aconteceu...
Poxa vida...to chateada. |
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